O furor em volta da reconciliação dos Blur, e sobretudo em razão do lançamento de um novo disco, dezasseis anos depois de 13 (o último com Coxon), foi quase tão volumoso quanto aquele que se seguiu à inesperada cisão do quarteto britânico, então no auge da afirmação enquanto uma das forças criativas mais reconhecidas da música europeia na década dos noventas. (...)

Se há criador musical contemporâneo que transcende fronteiras estéticas e é capaz de expressar-se em inúmeras linguagens musicais, ele é certamente o islandês Ólafur Arnalds. Oriundo da profusa escola da electrónica moderna, de que é um dos mais prolíficos embaixadores, sobretudo em razão dos trabalhos peregrinos de exploração da programação electrónica como matéria musical, (...)

Dada a conhecer ao mundo através do lançamento esporádico de EPs nos últimos anos, ainda assim a australiana Courtney Barnett conseguiu alimentar os desejos de uma falange cada vez maior de melómanos ansiosos em encontrar nela a novel descendente do mais puro rock "clássico". A verdade é que a música que ela ia revelando aos poucos deixava pistas de alguém que, apesar da tenra idade (26 anos), estava muito bem documentada sobre as pegadas decisivas do rock  (...)

A consagração quase unânime dos últimos anos, sobretudo depois da impressionante rendição universal a Good Kid, m.a.a.d. City, não apanhou Kendrick Lamar desprevenido. No lugar dele, o mais comum dos mortais colheria os louros do êxito e descansaria placidamente na (lucrativa) descoberta da galinha de ovos de ouro, limitando-se a replicar a fórmula com pequenas derivações e fazendo vida de estrela rica. (...)

Para quem se propunha ser baixista e começou tardiamente a aprender piano, seria difícil adivinhar um debute discográfico ancorado precisamente no mais nobre dos instrumentos de cordas. Já a sonoridade setentista baladeira do disco desvenda porque é que o canadiano Tobias Jesso Jr. é apadrinhado por Chet White, produtor e baixista do extinto duo Girls,(...)

Lightning Bolt

Fantasy Empire

Os Lightning Bolt são um verdadeiro case study de como um produto musical de nicho pode desafiar o seu confinamento estético "de origem" e chegar a públicos e palcos díspares. Alguma razão há-de haver para a improvável longevidade (de quase uma vintena de anos) e reconhecimento do noise agudo de Brian Chippendale e Brian Gibson. É deles um quinhão importantíssimo da visibilidade que o género ganhou nos circuitos mediáticos, (...)

Afonso Pais

Terra Concreta

Foi o background formativo firmado nos domínios do jazz que fez de Afonso Pais um admirador do improviso e da espontaneidade que lhe está ligada. Também por isso, a sua música se tem afirmado - e o próprio autor sublinha o facto - como uma colecção de impulsos, o reflexo dos mais elementares (e naturais) ímpetos de criação, sem o espartilho de formas e tempos. Em certo sentido, o processo artístico do guitarrista tem sido uma busca muito auto-consciente dos trilhos menos óbvios (...)

Please reload

Florence + The Machine

Ship to Wreck

How Big How Blue How Beautiful (2015)

 

 

DISCOS

FUTEBOL

SUGESTÃO MUSICAL

FILMES

MEMÓRIAS DO CINEMA

ARTES PLÁSTICAS

Jeff Bridges, John Goodman, Steve Buscemi

The Big Lebowski

1998

Ethan & Joel Coen

René Magritte

La Carte Blanche

1965

 

OBSERVAÇÃO DE JOGADORES

Há momentos na vida em que as prioridades são ultrapassadas pelas circunstâncias e este é um deles. 

 

 

Uma nova oportunidade, um projecto antigo que agora tem pernas para andar, tira-me tempo para manter esta página no ritmo de actualização a que estava habituado. 

 

 

Estas palavras não marcam uma despedida, fica um até breve. Vemo-nos por aí, no imenso espaço cibernético e nos textos da vida.

 

 

Fica também o agradecimento a todos os que me incentivaram a manter a página, esta missão iniciada com o blogue apARTES em 2004 e que, com algumas interrupções, fui sendo capaz de continuar. Agradeço igualmente àqueles que por aqui passaram, passam e passarão e deixo o compromisso de, num qualquer instante futuro, voltar aqui e dar notícias.

 

Obrigado a todos.

CRÓNICA

Dezembro 9, 2015

Obrigado e até breve

OPEN GRAVE 2013

A TEORIA DE TUDO

O SENHOR BABADOOK

DOIDOS À SOLTA, DE NOVO

O AMOR É UMA COISA ESTRANHA

MAU                                 MEDÍOCRE                          SUFICIENTE                       BOM                                    EXCELENTE

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BIG HERO 6 - OS NOVOS HERÓIS

WHAT WE DO IN THE SHADOWS

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HOUSEBOUND

O JOGO DA IMITAÇÃO